
Em gravação que circula nos grupos da Polícia Civil de Rondônia, Berbet afirma que documentos sobre movimentações financeiras do sindicato estão com a Corregedoria e o Ministério Público.
Ele nega ter financiado drogas ou se beneficiado de informações ilícitas.
Data: 15/08/2025:
O ex-diretor dos aposentados do SINPOL-RO (Sindicato dos Policiais Civis de Rondônia), Milton Berbet, divulgou um vídeo que viralizou entre policiais civis no estado, no qual faz uma série de denúncias sobre supostas irregularidades financeiras no sindicato entre 2016 e 2023.
Berbet também rebate acusações contra ele, afirma que não cometeu ilegalidades e diz que a documentação que embasa suas falas foi entregue à Corregedoria da Polícia Civil e ao Ministério Público.
Principais pontos do vídeo:
- Negativas de ilícitos: Berbet diz ter sido acusado injustamente de “se beneficiar”, “drogar” ou “dar dinheiro para Cristina comprar droga” e de obter informações de forma ilícita.
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Ele nega todas as acusações e afirma ter como comprovar judicialmente dois repasses pessoais a Cristina: R$ 100, em caráter emergencial, e R$ 200 no Natal de 2020, ambos sem relação com informações internas.
- Origem das informações: Segundo Berbet, Cristina — apresentada como ex-colaboradora próxima da antiga gestão do sindicato — o procurou espontaneamente em julho de 2023 e, ao longo de cerca de 30 dias, forneceu documentos “de livre e espontânea vontade”. Ele diz não ter retirado qualquer papel do sindicato.
Data: 15/08/2025:
O ex-diretor dos aposentados do SINPOL-RO (Sindicato dos Policiais Civis de Rondônia), Milton Berbet, divulgou um vídeo que viralizou entre policiais civis no estado, no qual faz uma série de denúncias sobre supostas irregularidades financeiras no sindicato entre 2016 e 2023.
Berbet também rebate acusações contra ele, afirma que não cometeu ilegalidades e diz que a documentação que embasa suas falas foi entregue à Corregedoria da Polícia Civil e ao Ministério Público.
Principais pontos do vídeo:
- Negativas de ilícitos: Berbet diz ter sido acusado injustamente de “se beneficiar”, “drogar” ou “dar dinheiro para Cristina comprar droga” e de obter informações de forma ilícita.
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Ele nega todas as acusações e afirma ter como comprovar judicialmente dois repasses pessoais a Cristina: R$ 100, em caráter emergencial, e R$ 200 no Natal de 2020, ambos sem relação com informações internas.
- Origem das informações: Segundo Berbet, Cristina — apresentada como ex-colaboradora próxima da antiga gestão do sindicato — o procurou espontaneamente em julho de 2023 e, ao longo de cerca de 30 dias, forneceu documentos “de livre e espontânea vontade”. Ele diz não ter retirado qualquer papel do sindicato.
- Acusações internas e contexto: Berbet cita um áudio atribuído a Humberto Johnson, de junho de 2023, em grupo de aposentados, que mencionaria supostas “falcatruas” envolvendo plano de saúde (Unimed) e levantaria a necessidade de auditoria.
Berbet afirma que essas falas impulsionaram Cristina a repassar documentos.
- Documentos e balancetes: O ex-diretor afirma possuir balancetes analíticos e extratos que apontariam depósitos na conta do então tesoureiro José Ribeiro e hoje deputado estadual.
Segundo ele, de janeiro a junho de 2020, teriam sido depositados R$ 91.750,00 diretamente na conta de Ribeiro. Berbet diz que, em anos anteriores (2016–2020), haveria saques por cheques nominais a Ribeiro, assinados por ele e por Rodrigo Marinho.
- Pedido de auditoria: Para Berbet, apenas uma auditoria independente e a análise de extratos e prestações de contas poderiam confirmar a extensão das supostas irregularidades, incluindo a verificação de práticas semelhantes em 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
- Envio às autoridades: Ele afirma que todo o material foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Civil e ao Ministério Público, e que a decisão sobre providências cabe às autoridades.
O que dizem os citados:
Até o momento deste texto, não há confirmação independente das alegações apresentadas por Milton Berbet no vídeo. As pessoas citadas — José Ribeiro e Rodrigo Marinho — e a atual direção do SINPOL-RO não haviam se manifestado publicamente sobre os pontos específicos levantados. O espaço permanece aberto para respostas e esclarecimentos.
Por que isso importa
- Transparência sindical: As acusações envolvem gestão de recursos de uma entidade representativa de servidores da segurança pública, o que intensifica o interesse público por transparência e governança.
- Integridade institucional: O caso pode impactar a confiança da base na direção sindical e nas estruturas de controle interno.
- Caminho legal: A eventual abertura de auditoria e investigações formais poderá confirmar, refutar ou contextualizar as alegações.
O que acontece agora
- Possíveis auditorias: Uma comissão independente e/ou auditoria externa pode ser solicitada para analisar balancetes, extratos e prestações de contas do período citado.
- Ações das autoridades: Corregedoria e Ministério Público podem decidir pela abertura de procedimentos, caso entendam haver indícios suficientes.
- Direito de resposta: Os mencionados poderão apresentar suas versões, documentos e justificativas para os lançamentos apontados.
Resumo:
- Ex-diretor do SINPOL-RO, Milton Berbet, publica vídeo com denúncias de supostos desvios no sindicato.
- Ele cita depósitos de R$ 91.750,00 na conta do então tesoureiro em 2020 e cheques entre 2016 e 2020.
- Documentos teriam sido entregues à Corregedoria e ao Ministério Público.
- Berbet nega acusações de financiar drogas e de obter informações de forma ilícita.
- Auditoria independente é defendida para verificar prestações de contas de 2016 a 2025.
Nota ao leitor
As informações acima reproduzem o conteúdo do vídeo e os relatos de Milton Berbet. Este material tem caráter jornalístico e informativo.
Até a publicação, não houve confirmação independente dos fatos narrados. Caso os citados desejem se manifestar, este texto será atualizado.
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