OPERAÇAO PROTETOR: Polícia apreende 21 kg de skunk em porto clandestino de Guajará-Mirim

OPERAÇAO PROTETOR: Polícia apreende 21 kg de skunk em porto clandestino de Guajará-Mirim



Na noite desta sexta-feira (15), uma ação conjunta entre o Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), o Pelotão de Operações com Cães (BPCHOQUE) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de 21 quilos de maconha do tipo skunk. A ocorrência foi registrada no porto clandestino Pérola Negra, localizado no bairro Triângulo, em Guajará-Mirim, durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, que tem como objetivo coibir crimes transfronteiriços na região.

Ação policial e fuga dos suspeitos

Segundo o relatório, por volta das 19h30, equipes policiais receberam informações de que traficantes utilizariam o porto clandestino para transportar drogas. Ao chegarem ao local, os agentes avistaram um homem carregando uma caixa em direção a uma motocicleta, onde outro indivíduo aguardava.

Com a aproximação da guarnição, os suspeitos abandonaram o material em meio à vegetação e fugiram em alta velocidade, não sendo identificados ou capturados.

Na caixa abandonada foram encontrados 20 tabletes de skunk, droga de alto valor no mercado ilícito e conhecida pelo alto teor de THC. O entorpecente foi apreendido e encaminhado à Polícia Federal para as medidas cabíveis.

Declaração das autoridades

Em nota, o BPFRON destacou a importância da integração entre as forças de segurança no combate ao crime organizado na faixa de fronteira.

“Ações como esta demonstram a efetividade da cooperação policial no enfrentamento ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada”, afirmou a corporação.
Operação intensificada na fronteira

A região de Guajará-Mirim é considerada estratégica para facções criminosas devido à proximidade com a Bolívia e ao uso frequente de portos clandestinos para o tráfico internacional de drogas. As forças policiais informaram que novas ações devem ser realizadas nos próximos dias para reforçar o patrulhamento e desarticular organizações envolvidas em atividades ilícitas na área.

Fonte: BPFRON

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